O JurisprevIA não foi desenhado numa reunião de produto. Ele nasceu da rotina de quem atende segurado todo dia — e cada tela responde a um problema que doeu antes de virar funcionalidade.
É por isso que ele fala a língua do previdenciário desde o cadastro, em vez de pedir que você configure campo por campo até que sirva.
A maioria dos escritórios usa uma ferramenta para atender e outra para gerir — e alguém no meio digitando de novo o que já foi dito. Aqui as duas são a mesma coisa.
Responde na hora, de madrugada e no fim de semana. Entende áudio, acolhe, pergunta o que falta e passa para você quando o caso pede.
A peça nasce dos dados que já estão na ficha — e passa por um segundo agente, que revisa antes de chegar em você.
Comercial, administrativo e judicial. Uma ficha por cliente, que atravessa as três fases com o histórico inteiro junto.
As publicações chegam, viram resumo e prazo calculado — com a tarefa já criada para quem é responsável.
O andamento do processo no tribunal e do requerimento no INSS, acompanhado sem ninguém abrir site nenhum.
Contrato gerado com os dados do caso e enviado para assinatura digital. Assinou, você é avisado no celular.
CNIS importado e lido sozinho: tempo de contribuição, carência e todas as regras de transição simuladas. Sai relatório em PDF para o cliente e a petição administrativa ou judicial já com os números dentro.
Da aposentadoria por idade ao tempo especial, com requisitos, documentos e roteiro de perguntas. A IA consulta antes de falar.
Cada pessoa enxerga só a área dela. Dois números de WhatsApp: um para leads de campanha, outro para clientes contratados.
O que entrou, o que andou, o que travou e quanto custou. Sem planilha paralela.
Criativos e campanhas de Meta Ads, roteiros e edição de vídeo — com um guardião da OAB conferindo cada peça antes de ir ao ar. Site e blog com textos de IA no mesmo ecossistema.
As movimentações chegam sozinhas, com o prazo já calculado e a tarefa criada. E a petição nasce dos dados que já estão na ficha — você revisa em vez de escrever do zero.
Não é “uma IA” genérica que faz tudo mais ou menos. São agentes separados — e um deles existe só para conferir o trabalho dos outros.
Recebe quem chega pelo WhatsApp, acolhe, escuta áudio e conduz a conversa. No meu escritório ela se chama Helena — no seu, você escolhe o nome e o tom.
Faz a triagem previdenciária, consulta a árvore de teses e descobre do que o caso se trata. É ela que transforma conversa em ficha.
Lê o que vai ser enviado antes de sair e barra o que não pode: promessa de resultado, orientação para resolver sozinho no INSS, indicação de outro profissional. Sem o aval dela, não vai.
Cuida de prazo, tarefa e andamento. Move o caso no funil, avisa você quando um contrato fecha e não deixa ficha parada sem ninguém ver.
Essa é a regra mais importante do sistema, e ela não é configurável por ninguém — nem por mim.
A inteligência artificial pode explicar, acolher, perguntar e agendar. O que ela não faz é prometer resultado, mandar a pessoa resolver sozinha no INSS, ou indicar outro profissional. Na dúvida, ela não inventa: ela para e chama você.
E não é só instrução escrita no prompt, que todo sistema tem: existe um agente separado, a Vera, cuja única função é ler a mensagem antes de ela sair. Um sistema que se autoriza sozinho não é controle — é esperança.
Isso protege o segurado de criar expectativa falsa — e protege o seu registro na OAB, que veda promessa de resultado na publicidade.
Prefiro dizer agora do que na reunião. É um ecossistema, e entrar nele é mudar o jeito de trabalhar — não é instalar um aplicativo.
O atendimento no WhatsApp com inteligência artificial e os funis do escritório já estão funcionando — é o que roda hoje no meu escritório. As outras partes estão sendo construídas, e eu mostro exatamente o que está pronto na nossa conversa. Prefiro que você veja do que acreditar numa página.
Porque o valor depende do tamanho do escritório e do que você precisa ligar. E, sendo sincera: eu não quero vender para quem só quer experimentar. Prefiro uma conversa antes, para os dois decidirem com informação.
Não. A atendente tem nome e tom próprios — no meu escritório ela se chama Helena —, mas nunca esconde que é automatizada quando perguntam. Isso é regra do sistema, não escolha de cada escritório.
Ela é construída para não afirmar que alguém tem direito a benefício, não mandar a pessoa resolver sozinha no INSS e não indicar outros profissionais. Na dúvida, ela para e chama você. E existe um agente separado que confere a mensagem antes de ela sair.
Não. A conexão vem junto com a plataforma, e dá para usar um número só para os leads de campanha e outro para os clientes já contratados — cada um com acesso separado para a equipe.
Cada escritório tem o próprio espaço isolado no banco de dados, com a separação garantida na camada mais baixa do sistema — não é filtro de tela. Há política de privacidade, registro de consentimento e autenticação em duas etapas.